Viagens da Carolina

  • La cosa que más me gusta hacer en la vida es viajar, como expliqué en la anterior publicación acerca de mí escapada a Tánger. Cada año tengo que ir a un nuevo lugar, ya sea de mochila a la espalda o de trolley, tengo que ir. Necesito. Me hace falta y me hace bien. Este […]
  • Esta semana, una chica de poco más de veinte años me dijo que no le gusta nada viajar. No condeno, pero no entiendo. Para mí, viajar es el momento de conocer otros y otras realidades, percibir que la vida no es tan simple como la vemos en nuestro día a día y, a veces, la […]
  • Adorava poder viajar por todo o mundo e viver em vários sítios do planeta. Vou fazendo este percurso pouco a pouco, mas nos fins-de-semana gosto de aproveitar para conhecer sítios desconhecidos. Aqui, na Catalunha, aos sábados, gosto de descobrir pequenas aldeias medievais, encantar-me com a Costa Brava e respirar o ar puro da montanha, mas […]
  • Faço esta viagem várias vezes e ei de continuar a faze-la sempre. Mas nunca falei de ela no Meu Rebuliço. É o meu regresso a casa, às origens, ao colo da minha mãe e a uma cidade linda e cheia de encantos que, para quem lá nasce, só percebe quando saí (pelo menos comigo foi […]
  • Este ano, as minhas férias, foram muito mais que uma viagem de prazer e descanso. Foram uma experiencia cheia de aventuras e vivencias, felizes, menos felizes, divertidas, chocantes… houve de tudo. A Índia é um país especial, cheio de contrastes que nos fazem pensar no que realmente importa. Normalmente, este país, com mais de um […]
  • Estamos em pleno verão e o calor aperta, a praia é o destino mais apetecível e a mim apetece-me relembrar a minha viagem à Tailândia.
  • Era cedo, muito cedo e lá fomos nós para o aeroporto. Partimos de Banguecoque até Chiang Rai, a capital de província mais a norte do país. A região faz fronteira com Myanmar e Laos. Um lugar longínquo, que ainda não foi dominado pelo turismo de massas.
  • Estes mercados eram muito tradicionais na Tailândia. Principalmente, nos arredores de Banguecoque. A maioria, tornou-se numa atracção turista, mas não deixaram de transmitir a sua essência. 
  • Depois de uma longa viagem de doze horas, chegamos. Finalmente. Eram quase dez da manhã, quando sentimos o bafo inconfundível de Banguecoque. Estavam cerca de trinca e seis graus, mas no real feel dizia quarenta e quatro. Terrivelmente abrasador.
  • Foi a viagem. A tal, que estava a precisar para chegar, continuar e vencer. Qualquer que seja o destino, é sempre uma inspiração. Conhecer realidades e culturas diferentes é uma aprendizagem. Dá-nos tempo para pensar e dar valor ao que realmente nos faz feliz.